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terça-feira, 15 de julho de 2014

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Tepatia

Daí você está na fila do pão no supermercado e olha pra pessoa toda animada, sorri e dá um oi mais faceira que lambari de sanga quando ela simplesmente não responde e te retribui com a cara mais fechada que perna de freira, com um semblante mais pesado que pastel de batata e mais feio que cair de mão no bolso. Então você olha para o lado e enxerga um monte de cucas. Sua vontade é de conversar com elas e dizer:
- Oi cucas! E aí? Tudo bem com vocês ou vão me ignorar também?

“Má” vem cá hein? “Ma” porque que me adicionou “nos facesbrook” então? Para fuxicar a minha vida, criticar minhas bobagens, colocar defeito nas minhas fotos e alimentar tua inveja, hein “tepatia”? Se não é capaz de sorrir e muito menos de cumprimentar, vai te “afumentar” pra lá. No teu mundinho cinza e deprimente. Gente que não acha graça de nada pra mim não passa de uma mala sem alça que só o que sabe fazer na vida é discutir assuntos sérios e pesados sem relaxar o esfíncter nunca. Minha página é lugar de amigos e pessoas agradáveis, que dão muitas risadas, transmitem alegria, brincam com o cotidiano. Então pra quê ter amizade com gente sem graça? Elas servem pra que afinal?

Daí a pessoa vai para “os facesbrook” e começa a bater boca por causa disso. E aquilo vira uma baixaria de quinta categoria. Todo mundo visualiza e fica apavorado. Daí lá pelas tantas alguém se ofende porque achou que a indireta era pra si, porque sabe que é uma “tepatia” “horrive” por natureza. Daí quando tu vê tá na boca do povo com todo mundo comentando que tudo que te acontece na vida vai parar no “facesbrook”. Não que as pessoas não acompanhem como novela e adoram, mas elas gostam de criticar. Se tiverem concordância, colocam mais lenha na fogueira. Se alguém defender, fazem uma cara de desdém e escolhem outro alvo. Umas até fazem a mesmíssima coisa, mas enchem a boca pra dizer que a Cleuzinéia faz demais. A Cleuzinéia fica postando cada ida na “cadimia” e cada quilo perdido ela posta 56 mensagens de força e superação. Se acorda, dá bom dia, se comeu demais diz que tá passando mal e posta a foto da alface, se saiu pra “cadimia” diz : #partiucadimia. Deixa a criatura! O “facesbrook” é dela e se não quiser ver é só deixar de seguir. Mas não... Tem que ficar falando mal da Cleuzinéia sem parar só para ter assunto nas jantinhas “cazamigas”.  E quanto mais a Cleuzinéia vai afinando e ficando linda, mais mal falada ela fica. E se não tivesse Cleuzinéia hein? Que graça teria a vida? Daí vai ter gente achando que eu to falando sério escrevendo errado e sem parágrafo e to sendo redundante com "os daí"... Esse povo nunca está satisfeito mesmo!

 Não sei de nada... Só sei que vou deletar a pessoa da fila do supermercado. Mas depois. Primeiro vou dar tempo para ela ler a indireta que estou pensando em postar. Sim, sou dessas. Nem tô. Me julguem.


#adorobaterbocaemredesocial #acholindoquemdáindiretasnoface 

sábado, 26 de abril de 2014

Pra que serve um facebook?

Por diversas vezes pensei em excluir minha página do facebook. Por diversas vezes me arrependi de ter escrito algo que não devia e até discuti questões inúteis com gente que acabou me odiando “ad eternum”, mesmo sabendo que isso repercute significativamente nas rodinhas de conversa por aí. Conquistei a antipatia de alguns e até mesmo a simpatia de quem não fazia ideia de como eu era de verdade, fora do estereótipo que se vê caminhando pela rua. Pois uma coisa é o que se pensa só de ver de longe, outra coisa é conhecer de fato a pessoa através dos diálogos, dos amigos e das preferências. Aliás, através dele  podemos descobrir até mesmo o nível intelectual pela quantidade de erros de português que a pessoa apresenta.

Não importa, facebook é o registro do cotidiano de cada um de nós. E isso é extremamente interessante. Se eu morrer amanhã, por exemplo, meu filho terá ideia de como era a mãe dele no dia-a-dia e como se comportava (ou não) com as pessoas. As mancadas, as fotos de momentos especiais, as indignações de algo que não saiu como o esperado, enfim... Tudo fica registrado nessa ferramenta fantástica do mundo moderno.

Serve também para chatear, quando nossa solicitação de amizade é negada e surpreender quando se aceita alguém que sempre te olhou meio “torto” na rua e no fim demonstra ser teu fã.  Dependendo da lua, aceitamos estranhos que viram amigos ou negamos o convite daquela pessoa que se conhece, mas que não se tem nenhuma amizade. Depois bate certo arrependimento, afinal, qual o problema dela ser mais uma amiga na lista? Lua! Não tem outra explicação.

Então você percebe que um grande percentual nunca entra em contato com você, só está ali para ficar de “butuca” ligada no que você está postando sem se manifestar. Ou não, pois ao mesmo tempo você se dá conta que também não entra na página de ninguém, nem quando estão de aniversário, porque fica só focada na sua. Então tudo bem vai, deixa o pessoal olhar!

Mas nem tudo dá para compartilhar. Há uma lista de amigos e conhecidos e há também os que não têm acesso algum a nossa vida fora da internet. Isso é importante. Quem não é meu amigo, não tem que saber de nada do que eu ando fazendo na vida. Há quem deixe sua página aberta ao público, mas eu acho desnecessário, além de perigoso.  Um prato cheio para quem te quer mal. Acho muito mais interessante deixar as criaturas loucas para saber o que se passa através daquela página vazia só com o meu nome e não ter como acessar. Os meus favoritos são os bloqueados que não devem entender nada quando meus amigos falam comigo e meu diálogo não aparece para eles em lugar algum.  Devem achar que estão loucos.  Tem aqueles que a gente deixa em “Stand By” e fica só cuidando decidindo se vai deletar ou não e um belo dia acorda e pronto! Apaga a criatura da vida para todo o sempre, até que a “saia justa” os coloque frente a frente novamente e te deixe com cara de “tacho”.  

Passei a ver minha página com outros olhos. Não me importo com a quantidade de arrependimentos e questões que se pudesse daria um “ctrl z” para desfazer o erro, isso faz parte. Afinal a vida não vem com manual de instruções. Nós mudamos de opinião constantemente na medida em que as informações vão surgindo em nossas vidas. Tudo é aprendizado. Inclusive olhando os erros dos outros e não só os nossos, aliás, dificilmente conseguimos perceber os nossos.

Não importa se você passou do ponto. Não importa se em algum dia foi a “bola da vez” nas rodinhas de conversa te chamando de chata pelo excesso de postagens do mesmo assunto. Não importa se trocou o status de relacionamento um bilhão de vezes e se esqueceu de apagar as fotos do passado confundindo todo mundo. O que importa é que o registro da sua vida, caso você morra e não possa mais apagar, seja de momentos felizes e plenos, com muito mais alegrias do que tristezas e que deixe muitas saudades a cada vez que alguém for lembrar de você.  Ainda dá tempo, você pode voltar, olhar para trás e decidir se o seu  álbum  e o registro dos seus atos está tornando sua vida algo que realmente vale a pena de ser vivido.  Tudo pode ser consertado. A vida pode e deve ser sempre bem colorida, divertida e feliz.  Sim, descobri que facebook serve pra isso.  Rever a vida, registrar momentos, dar boas risadas e deixar saudades.  

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Fanatismo

Todo fanatismo é burro. Uma ideia baseada em rejeição de qualquer outra ideia que não a da interpretação particular de quem o possui. E o mais estranho é que muitas vezes alguém considerado inteligente pode ficar sem raciocínio lógico algum quando resolve ser fanático. Prova disso é a reação de algumas pessoas diante da política, do futebol e da religião.

É um fervor excessivo, irracional e persistente. Para algumas pessoas, beira o delírio. Uma agressividade exagerada, totalmente desnecessária, um intenso individualismo onde a sua opinião está acima de qualquer coisa e suas ideias são carregadas de preconceitos. Um estreitamento mental impressionante que só demonstra o quanto um fanático pode ser fraco e dependente das suas crenças.

Ser apaixonado por uma ideologia, um time de futebol ou uma religião não significa aceitar o fanatismo. É preciso um equilíbrio de emoções e atitudes. Não podemos sair por aí agredindo as pessoas só porque elas pensam diferente de nós, embora podemos e devemos comemorar e extravasar na alegria quando algo que admiramos obtém um excelente resultado. Infelizmente não é o que se percebe nas redes sociais num final de campeonato por exemplo. As pessoas perdem a linha. São extremamente desagradáveis e infantis. Promovem comentários toscos sem estruturação do pensamento e sem uma conclusão coerente. Ofendem grandes amigos com comparações grosseiras que nada condizem com a realidade. E eu pergunto: Pra quê? De que adianta isso tudo? O que se consegue de positivo com isso?

Nos Estados Unidos, uma seita suicida simplesmente acreditou num maluco com um conceito de um avanço evolucionário e viagens para outros mundos e dimensões e pronto! Foi-se embora o raciocínio pela própria cabeça. Aliás, foi-se embora a cabeça. O treinamento de um terrorista, sobretudo dos homens-bomba é criteriosamente estruturado. A fé é a única convicção de todos eles. Não se trata de luta por território, por liberdade ou dignidade, trata-se apenas de obediência ao líder supremo: Alá. São como ovelhas, aonde um pastor vai gritando na frente e elas de cabeça baixa seguem em direção à mangueira sem sair do trilho das demais.  

É uma adoração cega por algo que acredita ser a tábua de salvação. Um pai que entrega o corpo do filho recém-nascido para uma seita, por acreditar na ideia de algum doente mental com excelente oratória, que o convenceu que assim ele conseguiria ser bem sucedido na vida. No fanatismo, até mesmo alguns ateus conseguem ser fanáticos. Querem combater qualquer ideia associada a uma crença em algo superior que possa transmitir paz a alguma pessoa na face da Terra. Ora, que diferença faz se uns acreditam em Buda, outros em Allan Kardec e outros em Jesus Cristo? Para eles tudo isso é ridículo e deve ser contestado em todas as oportunidades possíveis.

Fanático é chato. Desagradável. Geralmente está cercado por outros chatos fanáticos como ele.  Gente que segue o impulso de uma paixão sem ser coerente, ou seja, fazer o bem sem olhar a quem, desde que pense como eu dentro da minha crença religiosa. Ser educado e manter minha postura profissional, desde que seja do meu time ou do meu partido político.

Aliás, na política a situação é ainda pior, pois por uma sigla, fanáticos defendem uma corja de corruptos como se fossem seus próprios pais, brigam com amigos que questionam o comportamento de um bando de falcatruas e no final das contas o político pelo qual se brigou tanto está apertando a mão do adversário combinando um acerto posterior nojento de benefícios mútuos.

Afinal, o fanatismo serve pra quê? Algo que cega, que perde a linha, que promove discórdias e antipatias. Que não gera uma discussão lógica e coerente de pontos de vista distintos. Que não traz benefício algum.   Demonstrar sua paixão através de ofensas com alguém que pensa diferente é algo totalmente desnecessário e burro.

Profissionais, que deveriam ter certa postura, perdem completamente a linha por serem fanáticos. Amigos acabam discutindo e ofendendo-se gratuitamente sem a menor necessidade. Namoros são impedidos pela diferença de cultos. Fanatismo é nojento. É algo que só demonstra o quanto a pessoa é fraca e pequena pra quem olha de fora. O quanto o ser humano está longe da evolução e prefere viver dentro de um pequeno círculo de opinião para não precisar gastar energia com raciocínio. Digno de pena. 

domingo, 10 de julho de 2011

Elevador com espelho é mais rápido


- Mas eu tô gorda credo! Tô precisando emagrecer uns quantos quilos. Tô com uma papada... Olha só! Credo! Essa lâmpada fluorescente me deixou com uma cara horrível... Parece que tô mal do fígado. Xiiiiii... Tem uma espinha saindo na ponta do meu na...

"PLIM"!

- Décimo segundo andar
- Mas já?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Mentiras sinceras me interessam

Minha mãe costuma pegar pesado na sinceridade. Cresci ouvindo ela dizer que meu sorriso era idêntico ao da Zezé Mota. Eu, bem faceira sorrindo e pá! Lá vinha o comentário:
- Mas ela é a cara da Zezé Mota, olha só! Ri e fecha os olhinhos... Além de ter um bocão.

Vamos combinar que parecer com a Zezé Mota não é a melhor coisa do mundo, não é mesmo? Pra completar ela elogiava minha vizinha (Gabi) dizendo que ela era a cara da Brooke Shields. Daí sim, meu complexo piorou.

Cada vez que enxergava a Zezé Mota numa novela tentava ficar bem séria para não parecer com ela. Não gostava disso, ponto. Com o tempo minha mãe começou a dizer que eu estava ficando parecida com a Betty Boop. Comecei a gostar da idéia e virei fã da bonequinha. Sexy, delicada, sempre de salto alto...

Maldita a hora que perguntei porque ela me associava a Betty Boop... A resposta veio com a sutileza de um rinoceronte:
- Porque tu tem um cabeção e a perna fina.

Valeu mãe! Também te amo!

P.S.: Me aguardem, existe o livro o sorriso do lagarto. Eu vou lançar o sorriso da Zezé.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Eu & as estátuas

Não sei você, mas eu adoro interagir com as estátuas. Estão sempre dispostas a serem fotografadas ao nosso lado sem nenhum comentário chato, como daqueles que seu amigo mal-humorado que odeia posar para fotos faz. Quando enxergo uma estátua, pá... Tô eu lá do ladinho pronta para tirar uma foto.

Drummond. Sempre tão calado. Um bom ouvinte.

Queriiiidos. Um casal simpático.

Eu e Juscelino saindo da Cachaçaria em Búzios. Ele até tirou os sapatos e sentou depois do porre.

Verificando se não existe bichinho da cárie.
Praticamente amiga íntima.

Patrícia e eu no Projeto Tamar na Bahia.

Nos concentramos juntos.

Dá bejim na Natim.

Mamãe canguru.

Me mostrou um batom óteeeeemo que uso até hoje.

Ele sempre me cumprimenta quando vou ao Rio de Janeiro.


Sempre conversamos nas minhas idas à Brasília.

Sarah e Juscelino em Brasília. Extremamente simpáticos.

Nos reencontramos em Búzios e fui verificar se o sapato dele ainda estava quente.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

GAROTA TPM

Uma mulher-bomba. Pavio curto. Explosiva. Podendo causar explosões terríveis e devastadoras. Nitroglicerina pura. Detonando tudo que está em frente no mínimo há 2.000 metros por segundo. Uma reação química onde o amor é o elemento que impulsiona e a vontade de ser feliz é o combustível. Em outras horas o ódio é o elemento que substitui o amor e o combustível é formado pela intolerância.

Explosivos podem ser usados para desmontar, escavar e mover rochas na mineração. Mas uma mulher na TPM é capaz de muito mais do que isso. É capaz de bombardear com um simples olhar, destruir com um simples gesto hostil ou desmoronar um coração com um ato de sensibilidade extrema.

A mais primitiva técnica de desmonte de rocha consistia, além da quebra com instrumentos como martelos e marretas, no aquecimento por fogueira e resfriamento rápido da rocha com água fria, causando pequenas rachaduras. Mas uma mulher pode desmontar um homem com um simples “não”.

Nitroglicerina com diatomito = Dinamite = Mulher na TPM. Mulher espoleta, sempre deixando um rastro de pólvora por onde quer que passe.

Eu posso me considerar uma Garota TPM. Uma faísca altamente inflamável. Pelo menos não sou ANFO que não possui resistência ao ataque da água, de modo que quando em contato com esta, não detona. Eu detono aonde quer que esteja. Vamos combinar!

Nobel deve estar se revirando no túmulo quando em espírito estava ao meu lado lendo essa "coisa" que acabo de escrever.

domingo, 15 de agosto de 2010

Eu, o vinho e o limão




"Mi Buenos Aires querido, cuando yo te vuelva a ver, no habra más penas ni olvido"

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Eu tenho medo da bruxa do 71

Sim, ela existe. Tem cara de bruxa, jeito de bruxa e mau-humor de bruxa. Ela é vampira. Ela suga a energia de todos a sua volta e contamina o ambiente. Ela te olha com cara de nojo e tem cara de quem não suporta ver o próprio reflexo no espelho, aliás, com razão.

Ela manipula quem ama e isola do resto da população com medo que alguém consiga estragar seu campo de manipulação. Ela é negativa. Ela é cinza, sem cor, sem entusiasmo, sem amor no coração. Ela pensa que tem amor pelas pessoas, mas ela não tem amor nem por si mesma.

Ela pensa que alguém se importa com o que ela pensa, quando na verdade todos se apavoram com seu pessimismo e amargura. Como boa vampira que é, ela repele as pessoas com energia boa porque não suporta ver os outros brilharem.

Tudo é feio, tudo é pequeno, tudo é infinitamente hostil ao seu redor. Se fosse desenho animado sairiam aquelas cobrinhas e caverinhas de sua boca na historinha toda. Ela pra sempre será lembrada como aquela pessoa negativa e infeliz que só o que soube fazer na vida foi plantar sementes podres e deixar na lembrança dos outros sua cara de bruxa malvada que saiu direto das histórias da Branca de Neve para entregar maçãs envenenadas por aí. Diga-se de passagem, com o veneno do próprio dente.

Você conhece gente assim? Eu conheço uma. Uma pessoa que é exatamente assim e o que mais me chama atenção é ver que ela não tem remédio. Está no DNA. Faz parte da sua natureza e o que podemos fazer é simplesmente nos afastarmos com olhar cheio de pena por saber que ela não tem o prazer de dar uma boa gargalhada da vida e por não lembrar de quando foi a última vez que conseguiu dormir sorrindo com paz e amor no coração, além de sair cantando rua afora algo mais ou menos assim: “E-e... Ela não é de nada... Oiá... Essa cara amarrada é só um jeito de viver na pioooooooor... E-e... Ela não é de nada oiá... Essa cara amarrada é só, um jeito de viver nesse mundo de mágoas”

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Minorias

De que minoria você faz parte? Já parou para pensar nisso? Você pode ser a minoria que gosta do arroz por cima do feijão. Pode ser a minoria que sente medo de subir em escada vazada como eu, mesmo sabendo que não tem como acontecer nada por ela ser vazada.

Você pode ser uma minoria que não gosta de escovar os dentes e não se importa com cáries e mau-hálito ou pode ser daquele grupo de pessoas que coloca açúcar na coca-cola porque gosta sem gás. Pode ser dos que comem doce antes do almoço e não perdem a fome depois, como eu.

Você faz parte da minoria que escreve o português corretamente e não usa "miguxo","vc","blza" e "heuheuheuahauahauahuaheu" ou faz parte de um fã clube do Elimar Santos? Quem sabe você é ex-bbb que se deu bem na vida ou de repente é um torcedor do internacional heterossexual. Tá desculpem, é que eu não resisti. Brincadeira sem graça, eu sei. Esqueçam isso ok? Não faço mais. Prometo. Passou, passou. Mas se você for da minoria invocada que sai no pau por qualquer coisinha e se ofende eternamente por qualquer brincadeira, tô ferrada depois dessa.

Você é da minoria que come ovo frito com açúcar? Hummm. Pode ser da minoria que gosta de cultuar os mortos e dormir em cemitérios... Minorias existem por todos os lados. Em alguma ponta do universo existem minorias espalhadas.

Seja a minoria que for o que importa é que você faça parte da minoria que tem coragem de retornar a esse esconderijo e comentar. Sabe como é, todas as minorias unidas formam uma maioria e um dia quem sabe esse blog tenha um grande número de pessoas que se interessem por uma grande quantidade de bobagens inúteis e cultuem isso. Acho que agora me encaixaria na minoria que começa um texto e não sabe como terminar... Tudo culpa de fazer parte da minoria que não tem mais o que fazer na internet e sai por aí escrevendo qualquer coisa só para se distrair.Tstststststs. Pelo menos não sou da minoria cara de pau que nem a tal de Fernanda que não retira o o blog que copiou de mim do ar. Kkkkkkkkkkkkk Que coisa!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Mal Entendidos


A comunicação entre as pessoas é uma coisa fantástica. Uma mesma palavra pode ter vários significados. Quando mistura a palavra em inglês com a pronúncia parecida com português a coisa complica de vez.

Veja a conversa de msn que recebi do meu colega Marcel:

Marcel diz:
realiza a cena
eu no computador
trabalhando
concentrado
e uma colega falando alto no meu ouvido
"É NO COOL NÉ MARCEL ?????"
"É NO COOL ??"
com o controle do ar condicionado na mão

Marcel diz:
aHUIAHiuahaiuHAIUa
até me assustei

Renata diz:
E eu adorei! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk