
No início é assim mesmo, a gente fica mais perdida que cego em tiroteio. Na minha frente o papel mais branco que perna de freira e tenho que tomar cuidado para não deixar o texto mais comprido que esperança de pobre.
Existem muitos ditados conhecidos, mas os que eu mais gosto estou colocando aqui, porque o espaço é mais apertado que rato em guampa e meu tempo ta mais curto que coice de porco.
Tô mais atrasada que risada de surdo e não posso escrever uma crônica mais comprida que xingada de gago.
“Mais engraxado que telefone de açougueiro” e “Mais limpo que fogão de solteirona" são os meus prediletos.
Eu poderia citar vários outros aqui. Mas isso é pra quem é mais viajado que cusco de cigano. Eu na verdade tô mais por fora que cotovelo de caminhoneiro.
É... Na verdade não ficou tão bom. Porque fazer um texto atrativo é mais difícil que nadar de poncho.
Mas quanto a vocês, caros leitores, sintam-se à vontade para colocar nos comentários os ditados que apreciam. É mais fácil que peidar dormindo. Ai que horror! Esse ficou feio. Desconsiderem!