Em um dos comentários que recebi li algo assim: O que lhe falta? Uma mulher que aparentemente tem tudo...
O bom da vida é ser eternamente insatisfeito. Estar em constante movimento em busca de algo novo simplesmente para se sentir vivo. Não no sentindo de estar com os olhos abertos e vivendo um dia de cada vez, mas sim por sentir o coração pulsando, os olhos brilhando e entusiasmo de viver.
Você já passou por uma fase onde de repente assim do nada sente uma espécie de depressão instantânea? Sei lá, uma tristeza profunda sem motivo algum que te abate e te deixa pra baixo.
Então você se dá conta de algumas coisas que te fazem ficar assim e começa a refletir sobre elas e sobre seus atos e atitudes. Decide mudar sem saber por onde começar para sair dessa situação. Começa a repensar que deve ser mais calado, menos impulsivo, mais reservado, menos possessivo. Começa a imaginar o que acontecerá se você mudar o trajeto da casa para o trabalho, que se dormir mais cedo vai se sentir mais disposto e que se viajar por lugares diferentes irá descobrir novas coisas. Novas maneiras de encarar a vida.
Mas enquanto você pensa que deve mudar, a tristeza estranha continua lá, bem abancada no meio do seu peito e resolve se esparramar e permanecer por ali. Mas o que é que ela está tentando dizer? Até que ponto devemos permitir isso? Então você decide reagir. Tira antigos projetos da cabeça e aperta a tecla enter do cérebro para começar a realizar.
Olha para as paredes da casa e decide mudar a cor, os móveis de lugar, a sua maneira de sentar por ali. E você se pergunta: Mas porque eu sempre sento nessa cadeira da sala de jantar? Porque eu não experimento aquela outra ali? Alguém está me impedindo? Não... Mas você se acostumou com a cadeira de sempre e acaba sentando sempre ali. E não só isso como diversas outras coisas que fazemos sem nem ao menos perceber.
Estar feliz não significa estar de acordo com tudo que acontece. Eu nunca estive tão disposta a ser surpreendida. Quero saber o que existe por trás de um bom emprego, uma vida tranquila numa cidade do interior em meio a viagens ocasionais em família tirando fotos lindas de porta-retrato. Um filho lindo de olhos azuis e um marido lindo de olhos verdes que me leva a restaurantes bacanas e me acompanha em caminhadas dominicais. Meus amigos que me fazem sentir uma pessoa divertida e me dão verdadeiros motivos para querer viver mais e mais.
Existe algo mais por trás disso tudo... Eu só quero ter acesso.
O bom da vida é ser eternamente insatisfeito. Estar em constante movimento em busca de algo novo simplesmente para se sentir vivo. Não no sentindo de estar com os olhos abertos e vivendo um dia de cada vez, mas sim por sentir o coração pulsando, os olhos brilhando e entusiasmo de viver.
Você já passou por uma fase onde de repente assim do nada sente uma espécie de depressão instantânea? Sei lá, uma tristeza profunda sem motivo algum que te abate e te deixa pra baixo.
Então você se dá conta de algumas coisas que te fazem ficar assim e começa a refletir sobre elas e sobre seus atos e atitudes. Decide mudar sem saber por onde começar para sair dessa situação. Começa a repensar que deve ser mais calado, menos impulsivo, mais reservado, menos possessivo. Começa a imaginar o que acontecerá se você mudar o trajeto da casa para o trabalho, que se dormir mais cedo vai se sentir mais disposto e que se viajar por lugares diferentes irá descobrir novas coisas. Novas maneiras de encarar a vida.
Mas enquanto você pensa que deve mudar, a tristeza estranha continua lá, bem abancada no meio do seu peito e resolve se esparramar e permanecer por ali. Mas o que é que ela está tentando dizer? Até que ponto devemos permitir isso? Então você decide reagir. Tira antigos projetos da cabeça e aperta a tecla enter do cérebro para começar a realizar.
Olha para as paredes da casa e decide mudar a cor, os móveis de lugar, a sua maneira de sentar por ali. E você se pergunta: Mas porque eu sempre sento nessa cadeira da sala de jantar? Porque eu não experimento aquela outra ali? Alguém está me impedindo? Não... Mas você se acostumou com a cadeira de sempre e acaba sentando sempre ali. E não só isso como diversas outras coisas que fazemos sem nem ao menos perceber.
Estar feliz não significa estar de acordo com tudo que acontece. Eu nunca estive tão disposta a ser surpreendida. Quero saber o que existe por trás de um bom emprego, uma vida tranquila numa cidade do interior em meio a viagens ocasionais em família tirando fotos lindas de porta-retrato. Um filho lindo de olhos azuis e um marido lindo de olhos verdes que me leva a restaurantes bacanas e me acompanha em caminhadas dominicais. Meus amigos que me fazem sentir uma pessoa divertida e me dão verdadeiros motivos para querer viver mais e mais.
Existe algo mais por trás disso tudo... Eu só quero ter acesso.
8 comentários:
Eu sei que todos poderão achar que a resposta está numa forma evidente. Talvez em algo material, na afetividade, ou simplesmente num plano de vida espiritual. Acredito que por ser professor e ter sintomaticamente as mesmas ânsias, estresses e inconvenientes psicológicos dos colegas, os quais oportunamente os partilham em nosso intervalo na escola, o quadro não é tão simples, mas também não será de tão difícil solução. Todos dias precisamos adaptar-nos a novas situações de trabalho, programa, planejamentos, diretrizes, diretores, colegas, horários, turmas, alunos, conteúdos. Mesmo que gostemos do que estamos fazendo, o corpo e a mente pedem tempo. A vida como alimento precisa de tempo para ser processada, digerida. A raiva, a dor, o sentimento do agora, a própria existência querem ser vividas e resolvidas a seu tempo. A Renata é uma pimenta. Isso é um elogio, acredite amiga, contudo mesmo essa iguaria tem seu tempo para amadurecer, colher o orvalho, nutrir-se da luz do sol e enfim, folgar-se à noite. A nossa produção literária se aguça nestes períodos, mas é preciso afastar do que excede à nossa vontade. 30, 60 dias afastados do trabalho podem render menos no orçamento, impedir uma viagem de férias no final do ano, mas pode poupar a vida de transtornos muito piores à vida. Tomemos Hipócrates, pioneiro da área médica, que vigiava os humores, achando aí a causa de muitas doenças. A Renata é, sobretudo, uma pessoa feliz, linda, com certeza, boa mãe e esposa. Queremos que seja boa consigo mesma. Cuide-se, sorria, convença-se de sua alegria, e o que não te convencer esqueça, chute o balde, manda vê você na esquina!
A minha parte, escritora, já fiz; aliás, já tô indo prá lá...Aonde? Pra esquina.
Bração
Que bom te ter de volta!
Um beijão!
Ave, Renata!
É bom te ter de volta!
Simples e verdadeiro.
Beijo.
muito bem! O que me faltava era sua volta. voc~e voltou, e com um texto enoooooooooooooooooorme!rsrsrsrsrsrsrsrs
Ai graças a Deuss eu não sou a única eterna insatisfeita!!! hahaha bjs Renata amei o texto!!!
me identifiquei HOOORROORES
Inquietude. Gosto disso.
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE Fico muito feliz de ler Renata!!!! A vida é assim... acho que mais abaixo da carne e dos ossos está nosso espírito, louco para recomeçar!!! Tenha consciência e ligue-se na tomada da vida! um bjão, com todo o amor do mundo!!!
Renata!
Que bom passar aqui no seu blog!
Ele é muito rico pois aqui está descrito o seu jeito de ver e levar a vida, sempre de um jeito positivo, em busca de nov idades..
Beijos!
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